sábado, 24 de dezembro de 2016

Silent Night

Nesta véspera de Natal, recebi e compartilho esta interpretação muito linda de Silent Night, pelo tenor Alfred Deller.
Diz a letra, retratando a Natividade, numa tradução em português:

Noite silenciosa, noite sagrada!
Tudo está calmo e tudo está brilhante
Em volta da virgem maria e criança
Sagrado bebê tão meigo e suave
Dorme em paz celestial
Dorme em paz celestial

Noite silenciosa, noite sagrada!
Pastores tremem à vista
Glorias ao raio do céu distante
O anfitrião celestial canta aleluia
Cristo, nosso salvador, nasceu!
Cristo, nosso salvador, nasceu!

Noite silenciosa, noite sagrada!
Estrela maravilhosa, empreste a sua luz!
Com os anjos, cantemos
Aleluia para o nosso rei!
Cristo, o salvador, está aqui!
Cristo, nosso salvador, está aqui!




Tenham todos um feliz dia de Natal.

sábado, 26 de novembro de 2016

Nova apresentação

No último dia 25, a Orquestra de Cordas Caliandra, da Escola de Música de Brasília, composta por alunos e professores,  apresentou-se na Biblioteca Central da Universidade Católica de Brasília, no encerramento do ciclo deste ano das Sextas musicais, organizadas por aquela  Biblioteca. Foi dirigida pelo regente professor Danilo Salomão.
A orquestra apresentou música erudita e música popular, destacando-se o Alegretto, de Schubert e Que dirán, de Piazzolla, vídeos abaixo.


domingo, 20 de novembro de 2016

Apresentação na escola


A orquestra de cordas Caliandra, da escola da Escola de Música de Brasília, formada na maior parte por alunos, acompanhados por alguns professores e regidos pelo prof. Danilo, nos apresentamos (porque também participo dela) em uma escola particular na periferia de Brasília.
Foi uma ótima ocasião para divulgar o trabalho musical com os alunos. A propósito, uma das professoras dessa escola, a Sandra, é também uma aluna de música, participante da orquestra.
O repertório teve músicas eruditas, de Shubbert, Mozart e Bocherini (estou anexando um vídeo do Minueto deste autor) e populares, o tango Que dirán e Hawai 5.0, do seriado de mesmo nome.
Foi uma ocasião agradável em que, enquanto divulgávamos música, também confraternizamos.



sábado, 29 de outubro de 2016

Música religiosa


Gosto de participar no louvor da igreja. Hoje estivemos visitando a igreja na região em que morávamos anteriormente e participamos no louvor, sob a regência do maestro Samuel Helmo e ao lado de nossos amigos do Gama, DF.Esta música tem o título Falar com Deus e manifesta um momento de reflexão da congregação.
Muito bom louvar num grupo instrumental.




domingo, 18 de setembro de 2016

Em uma programação especial

Ontem tivemos a oportunidade de rever amigos e de tocar juntos numa programação especial do grupo chamado Desbravadores (semelhante ao dos Escoteiros, mas com uma conotação de ministério jovem religioso) em nossa antiga igreja na região do Gama, DF.
Estava presente também uma orquestra de flautas e havia instrumentistas convidados.
Ensaio, apresentação e confraternização foram muito agradáveis.
Aprecio muito tocar em grupo.
Uma das músicas apresentadas foi Ao olhar pra cruz, de Suzanne Hirle, que expressa uma reflexão sobre a mensagem cristã da cruz.
Assistam a estes vídeos de ensaio e apresentação.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Numa orquestra de alunos

Como instrumentista do piano, tocava geralmente sozinha. Algumas vezes na igreja, com  outros instrumentistas, mas sozinha no naipe, pois só há um piano no grupo. Agora, como aluna de violino, me vejo tocando em conjunto num naipe de violinos numa orquestra de alunos.
Neste semestre, matriculei-me na disciplina Prática de conjunto. Os alunos de violino nessa disciplina estudam em uma orquestra de instrumentos de cordas formada por alunos, cujo maestro é o professor Danilo e que conta com dois outros professores auxiliando nos diversos naipes. É a orquestra chamada Caliandra.
Já estamos aprendendo duas das músicas, uma das quais é Canção da Índia, de Rimsky Korsakow e outra é a música Que dirán, de A. Piazzolla.
Vejam algumas fotos da orquestra Caliandra em ensaio na última semana. Estou no segundo violino, com o casaco quadriculado. Vejam também um vídeo de Canção da Índia, de Rimsky Korsakow.



sábado, 13 de agosto de 2016

Fábula dos instrumentos musicais

Há algum tempo publiquei esta fábula, sobre os instrumentos musicais e seu "direito de manifestação". Estive relendo os artigos antigos e resolvi publicá-la novamente. 
Tenham boa semana, leitores. Para os que não sabem, sou professora de música e toco teclado e piano. Atualmente estou estudando violino. Abraço a todos! 


Um dia se reuniram os instrumentos musicais: violino, viola,  violoncelo, contrabaixo acústico e eletrônico, teclado e piano, sax, flauta, clarinete, oboé, cajon, prato, carrilhão ...
Começaram a conversar:
- Olá, viola. Tudo bem? Já aprenderam seu nome? -  e o violino ria ironicamente. A viola é parecida com o violino, como sabem, mas é maior e o som é um pouco mais grave.
- Não, mas continuo tentando ensinar, com a ajuda de meu amigo.
 O violoncelo apenas olhou, superior. Todos o conhecem.
O contrabaixo acústico fez uma outra observação:
- Colega, disse ao eletrônico, e você já voltou a falar?
- Nem fale, respondeu o baixo eletrônico, visivelmente estressado.
O piano olhou para o teclado e não disse nada, mas todos sabiam que faria a mesma observação.
Violino, viola, violoncelo, sax, flauta, oboé riram discretamente. O cajon deu uma tossidinha, o carrilhão tilintou.
- Sempre estamos bem das cordas vocais, mesmo os que não têm cordas. - disse o sax.
- Vou fazer um manifesto na minha página do orkut, disse o teclado. - E eu, uma promoção. E criarei também uma comunidade, associou-se o baixo eletrônico.
Mais tarde surgiu dessa reunião uma nova Declaração de Direitos, essa dos instrumentos, com artigos como:
Todos são iguais perante o maestro.
Todos têm liberdade de manifestação até onde a batuta permitir.
A tirania contra os instrumentos eletrônicos será combatida em todas as sociedades.
Apenas o instrumentista, abaixo do maestro, fará crescendos, diminuendos e pausas (principalmente).

Pessoal, creio que esta postagem apenas os instrumentistas de eletrônicos vão entender. Mas leiam este versículo para conclusão e tenham uma boa semana, sem estresse.

"O coração alegre serve de bom remédio." (Provérbios)




quinta-feira, 14 de julho de 2016

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Mais músicas do recital

Outras músicas tocadas no recital foram músicas do autor Bastien, criador de métodos para estudo de piano, do romântico Schumann, de Bach - outro minueto do livro de Anna Magdalena, músicas religiosas, Cirandinhas de Villa-Lobos, nosso grande compositor erudito nacional.
O estudo da música traz grande satisfação para os alunos e suas famílias. Além disso, há estudos no sentido de que melhora o desenvolvimento intelectual.
Assistam a alguns vídeos.

Ao som do rock - Bastien



O cavaleiro selvagem - Schumann

El jinete impetuoso - Bastien

Cirandinhas - Villa-Lobos (participação da professora)

domingo, 19 de junho de 2016

Minueto do livro de Ana Madalena Bach


Este minueto em Sol Maior é uma das peças favoritas para o repertório de estudantes de piano. 
Trata-se de um caderno escrito por Johann Sebastian Bach para sua segunda esposa, Anna Magdalena. Há algumas peças do caderno que não são atribuídas ao próprio Bach, mas que teriam sido transcritas para serem executadas por Anna Magdalena.
Hoje tivemos recital de alunos, e o aluno Daniel a executou. Assistam à música.


segunda-feira, 13 de junho de 2016

Bach - Chaconne


Meu professor de violino passou-me esta gravação da música Chaconne, de Bach e me contou que começou a estudar violino porque gostou muito desta música.
Ele a ouviu quando tinha seis anos, começou a estudar violino e somente chegou a tocar a música aos 20 anos.
Isto é amor à música, disciplina e determinação.
Música é tudo isso.


sábado, 4 de junho de 2016

Concerto de violino

Assistam a este concerto de violino de Oscar Rieding, op. 35.
Comecei a leitura desta peça. Como sabem, estudo violino. Vejam como é linda a melodia.


domingo, 22 de maio de 2016

Intervalos de terça, sexta e de sétima

Recentemente vimos como classificar os intervalos de segunda, como Dó-Ré, Mi-Fá, Mi-Fá#.
Vamos estudar hoje como classificar os intervalos de terça, sexta e sétima.
Os intervalos de terça são maiores quando não há contido neles um semitom natural. Vamos lembrar que os semitons naturais são Mi-Fá e Si-Dó.
Observando o teclado, vemos que Dó-Mi e Fá-Lá, são terças maiores, porque nesses intervalos não estão contidos os semitons naturais.
Já os intervalos Ré-Fá, Lá-Dó e Si-Ré são intervalos menores, pois neles estão contidos semitons naturais.
Os intervalos de sexta e de sétima seguem a mesma lógica, com uma diferença. São maiores os que contêm apenas um semitom natural, como Ré-Si, e Dó-Lá, no caso das sextas e Dó-Si, no caso das sétimas.
Já os intervalos de sexta Mi-Dó, Si-Sol, Lá-Fá contêm dois semitons naturais, classificando-se como sextas menores.
Os intervalos Si-Lá, Ré-Dó, Mi-Ré, Sol-Fá contêm dois semitons naturrais, classificando-se como sétimas menores.
Se os intervalos tiverem alterações, deve-se classificar o intervalo natural primeiro, para depois observar qual a classificação com as alterações ( bemóis, sustenidos, dobrados bemóis e dobrados sustenidos).
Por exemplo, Dó-Si é uma sétima maior, mas Dó-Sib é uma sétima menor. Dó-Lá é uma sexta maior, Dó#-Lá é uma sexta menor.

Classifique os intervalos. Postarei amanhã a resposta.

Ré-Si
Ré-SiB
Ré-Dó
Ré-Dó#
Mi-Dó
Mi-Dó#
Sol-Fá#
Lá-Fá
Láb-Fá

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Música de Haydn



Esta música do compositor Haydn, compositor clássico, foi utilizada como melodia no Hino Nacional da Alemanha  e também tem letra religiosas. Veja: Grandes coisas, mui gloriosas - hino cristão.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Canção de ninar



A propósito do Dia das Mães, que transcorrerá no próximo domingo, veja esta canção de ninar. O autor é Brahms e a música está facilitada, apresentando um ritmo bem fácil e alguns acordes no acompanhamento.

Mães sempre cantam canções de ninar.




Observe o dedilhado e toque a melodia. Começa com o dedo 1 da mão direita na nota Mi, possibilitando tocar as notas Sol (com o dedo 2) e Dó (agudo), Si, Lá e Sol, com os dedos 5, 4, 3 e 2.

Depois, passamos o dedo 1 para o Ré no compasso 5, possibilitando tocar primeiro o Mi e o Fá com os dedos 2 e 3 e o Sol em seguida com o dedo 2, e continuando com o dedilhado anterior para as notas seguintes.


No compasso 8, passamos o dedo 1 para o Dó (central), continuando ainda com o dedilhado anterior para as notas seguintes, isto é, dedos 5, 4, 3 e 2 para Dó (agudo), Si, Lá e Sol.

No compasso 10, é necessário passar o dedo 2 da mão direita para o Mi, possibilitando tocar o Dó (central) com o dedo 1 e depois o Fá, Sol e Lá com os dedos 2, 3 e 4.



No compasso 12, novamente o dedo 1 é usado para o Dó (central)., usando os dedos 5, 3 , 2 e 1 para o Dó (agudo), Lá, Sol e Fá seguintes.


Por último, os dedos 2 e 1 são usados para o Mi e Dó no compasso 14, e em seguida o Fá, Mi, Ré e Dó são tocados com os dedos 4, 3, 2 e 1.


Depois mostro os acordes de acompanhamento.


terça-feira, 19 de abril de 2016

Competição Yehudi Menuhin - Londres



Celebrando os cem anos de nascimento do violinista Yehudi Menuhin, está ocorrendo em Londres uma competição de jovens violinistas.
Creio que está sendo difícil o julgamento, pois o nível de todos é altíssimo.
Vejam esta menina, Yeyeong Jin, de 12 anos, interpretando um concerto de Bach.

domingo, 10 de abril de 2016

Intervalos na música

Intervalos são a distância entre as notas musicais. Podem ser ascendentes, quando vão do mais grave para o mais agudo ou descendentes, quando vão do mais agudo para o mais grave.
Os intervalos se classificam em segundas, terças, quartas, quintas, sextas, sétimas e oitavas. Há quem fale também no intervalo de 1a. mas este seria o uníssono (mesmo som). Hoje vamos estudar as segundas.
Num intervalo, contamos a primeira e a última nota, incluindo-as no intervalo. Um intervalo de segunda é por exemplo Dó-Ré, ou Mi-Fá.
Os intervalos de segunda classificam-se em maiores e menores. Os maiores têm a distância de um tom entre as notas e os menores, de meio tom, ou um semitom. Que é isso?
Observando o teclado, podemos aprender. Quando temos um tom de distância entre as notas, no teclado há uma tecla preta entre duas teclas brancas.
Quando temos apenas meio tom ou um semitom, não existe tecla preta entre as teclas brancas. 
Podemos então deduzir que,  entre os intervalos naturais, só há duas segundas menores - Mi-Fá e Si-Dó.
Todas as outras segundas são maiores.
Se usarmos alterações, o intervalo poderá aumentar ou diminuir. Por exemplo, se usarmos um Lá bemol, no intervalo Sol - Lá, o intervalo transformar-se-á em intervalo menor, pois a distância Sol - Lá bemol é menor que a distância Sol - Lá. Para compreender isso, basta observar o teclado. Se as duas notas do intervalo forem alteradas pelo mesmo acidente, o intervalo continuará igual. Por exemplo Ré bemol - Mi bemol e Ré - Mi são igualmente segundas maiores.
Se um intervalo maior é aumentado por uma alteração, esse intervalo passa a ser aumentado, como por exemplo em Lá bemol - Si.
Observando agora a foto do teclado,ou seu próprio teclado, classifique os seguintes intervalos:
Mi - Fá
Sol - Lá
Sol sustenido - Lá
Si - Dó
Si bemol - Dó
Ré bemol - Mi
Ré bemol - Mi bemol
Sol sustenido - Lá sustenido


Resultado:
Mi - Fá - 2ª menor
Sol - Lá - 2ª maior
Sol sustenido - Lá - 2ª menor
Si - Dó - 2ª menor
Si bemol - Dó - 2ª maior
Ré bemol - Mi - 2ª aumentada
Ré bemol - Mi bemol - 2ª maior
Sol sustenido - Lá sustenido - 2ª maior   

domingo, 3 de abril de 2016

Audição de alunos



Hoje à tarde tivemos uma audição de alunos. A ideia era que os vários alunos se conhecessem, pois têm aula individual e que vissem o repertório dos demais, de forma a perceber o tipo de repertório que estudarão durante todo o curso ou assistissem novamente ao repertório dos níveis iniciais.
Faltaram alguns alunos, porém, mesmo assim, foi possível atingir esses objetivos. Principalmente os alunos mais novos apreciaram tomar conhecimento das músicas que os demais alunos estudam.


Aqui um trecho da música Jubilosos Te adoramos, com a célebre melodia de Beethoven (Ode to joy).



segunda-feira, 28 de março de 2016

A música do gato e o ponto de aumento

Aqui no Brasil temos uma música infantil, cujo antigo nome era "Atirei o pau no gato" e que agora é cantada assim, por ser mais adequado ao carinho e respeito que devemos aos animais:

Não atire o pau no gato (to-to)
Porque isso (sso-sso)
Não se faz (faz-faz)
Ô gatinho (nho-nho)
É nosso amigo (go)
Não devemos maltratar
Os Animais
Miau!!!

A música é a seguinte:



Nesta música, quero chamar a atenção para o primeiro compasso da melodia, na clave de Sol, em que temos o Sol inicial numa figura de semínima pontuada. O ponto de aumento, colocado à direita da nota, aumenta-a em metade de seu valor. Assim, a nota Sol vale um tempo e meio no primeiro compasso.

É interessante notar que, se houver dois pontos de aumento sucessivos, o segundo valerá metade do primeiro.
 
Observe agora as seguintes figuras pontuadas e diga qual o seu valor em tempos.



Tente tocar a música do gato. Veja que, na mão direita, o primeiro Sol é tocado com o 4º dedo. 

Resposta do teste:
No 1º compasso, a figura vale 3 tempos.
No 2º, 1 tempo e meio.
No 3º, valem 3 quartos de tempo.
No 4º, vale 3 tempos. 





sexta-feira, 25 de março de 2016

Hino Cristo já ressuscitou

Vamos ouvir hoje, a propósito da Páscoa, o hino "Cristo já ressuscitou". Na ressurreição de Jesus, há esperança para todo cristão.



Boa Páscoa!




quarta-feira, 16 de março de 2016

Como se escrevem as notas musicais

Até agora me referi às notas musicais, escrevendo com o alfabeto seus nomes (Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si). (Leia o artigo O piano e as notas musicais.)Mas em música as notas são escritas de uma forma diferente.
As notas são escritas assim:
Para escrevê-las, usa-se essa reunião de cinco linhas, chamada pauta musical ou pentagrama. Na pauta musical há também quatro espaços entre as linhas em que também são escritas notas.
Abaixo e acima da pauta, há linhas e espaços suplementares.
O Dó é escrito na primeira linha suplementar abaixo da pauta (por isso, aquele tracinho no meio, que é uma linha suplementar inferior à pauta). O Ré é escrito no primeiro espaço suplementar inferior, logo abaixo da pauta. O Mi é escrito na primeira linha (as linhas são contadas de baixo para cima); o Fá, no primeiro espaço; o Sol, na segunda linha; o Lá, no segundo espaço; o Si, na terceira linha e o Dó que compõe o intervalo de oitava com o primeiro, no terceiro espaço. Estas as notas da região central do piano, do chamado Dó 3 ao Dó 4. 
Uma observação: estamos estudando como se escrevem as notas com a utilização da clave de Sol, que é aquela figurinha bem no início da pauta.
Se mudarmos a clave (existem também claves de Fá e de Dó), as notas serão escritas em outras linhas e espaços na pauta. Mas este é assunto para depois.

Agora, coloque você o nome nas notas desta música:




Darei a resposta no próximo post, dentro de algumas horas.
Bom estudo!



quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Sonatas em Sol maior e Sol menor

piano.jpg




Já postei os vídeos destas sonatas aqui no blog. São duas sonatas de Beethoven, sonatas fáceis, escritas nas tonalidades de Sol maior e de Sol menor.
A Sonata op. 49 nº 2 é em Sol maior, tendo o fá # (sustenido) na armadura de clave. A Sonata op. 49 nº 1 é escrita em Sol menor, tendo dois bemóis (si e mi b) na armadura.
Observem o vídeo das duas.

Sonata op. 49 nº 2

Sonata op. 49 nº 1

Assistindo aos dois vídeos, é possível perceber a diferença entre tonalidades maior e menor.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Modo maior e modo menor

Localização das notas musicais no piano.jpg



Na música tonal, temos apenas dois modos - modo maior e modo menor.
Assim, por exemplo, temos as tonalidades de Dó maior e de Dó menor.
Nas escalas dessas duas tonalidades, podemos observar as diferenças existentes. Basicamente, a distância entre o primeiro e terceiro graus da escala é de 3a.  maior (distância de 2 tons)  na tonalidade maior e menor (distância de 1 tom e meio) na tonalidade menor. O mesmo ocorre na distância entre o primeiro e o sexto graus da escala. Ela configura uma 6a. maior na escala maior e uma 6a. menor na escala menor, exceto no modo melódico ascendente (como veremos em seguida). Na execução ao teclado é fácil identificar a diferença de distância entre o primeiro e o terceiro graus e o primeiro e o sexto graus.


Estas indicações como um ângulo entre algumas notas mostram que entre elas há um semitom. Na escala maior, este semitom se encontra entre o III e IV graus e entre o VII e VIII graus. Grau é cada uma das notas da escala, a partir da mais grave. Na escala menor, os semitons aparecem entre o II e III e o V e VI graus.
Outro detalhe sobre as escalas menores é que elas apresentam três formas: primitiva, harmônica e melódica.
A forma primitiva é esta apresentada. Na forma harmônica, o VII grau é alterado para um semitom acima. No caso de Dó menor, a nota Si, na forma harmônica, seria Si natural. 
Há ainda a forma melódica em que, no sentido ascendente, o VI e o VII graus são alterados e, no sentido descendente, volta para a forma primitiva.
As alterações existentes nos tons aparecem normalmente ao lado das claves, formando o que se chama de armadura de clave. No caso de Dó maior, não há nenhuma alteração. Já em Dó menor, há três bemóis na armadura de clave, que são exatamente as notas Sib, Mib e Láb.
A propósito, a ordem dos bemóis é Si, Mi, Lá, Ré, Sol, Dó, Fá. 
A ordem dos sustenidos é Fá, Dó, Sol, Ré, Lá, Mi, Si.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Sonata de Beethoven


Esta sonata de Beethoven é a op. 49 nº 1. É escrita em um tom menor e se inicia num movimento moderado  (Andante). O segundo movimento é um rondó, mais rápido.
Estou pensando em incluí-la neste semestre no repertório de um aluninho.



domingo, 24 de janeiro de 2016

Acordes - representados por notas

Vou mostrar hoje alguns acordes.
Prefiro primeiro ensinar os acordes escritos com notas musicais, porque, ensinando primeiro as cifras, os alunos acham mais fácil usá-las e não aprendem  a leitura em clave de Fá, que é necessária em muitas músicas.
Aqui estão os acordes de Dó, representado pela letra C, e de Sol, representado pela letra G. 
No primeiro compasso aparece o acorde de Dó em estado fundamental (Dó-Mi-Sol, da nota mais grave para a mais aguda) e depois em primeira inversão (Mi-Sol-Dó). A segunda inversão, que não aparece aqui, é Sol-Dó-Mi, da nota mais grave para a mais aguda.
No segundo compasso, temos o acorde de Sol , primeiro em estado fundamental, com o Sol, como nota mais grave, seguido da terça (Si) e da quinta (Ré). Em seguida, o acorde aparece em segunda inversão, com a quinta (Ré) como nota mais grave, seguindo-se o Sol e o Si. 
No último compasso, temos o acorde de Dó, com a nota Dó duplicada, aparecendo uma oitava acima.
As letras de A a G são usadas para representar as notas e os acordes e também as notas musicais, assim:
Lá - A,
Si - B,
Dó - C,
Ré - D,
Mi - E,
Fá - F,
Sol - G .

Os acordes são formados basicamente em terças (intervalos de três notas).
O acorde de Dó é Dó-Mi-Sol. A ordem das notas pode variar, de acordo com o estado em que esteja sendo utilizado (estado fundamental ou inversões), como vimos.
O acorde de Sol é Sol-Si-Ré. A ordem também pode variar, de acordo com o estado (fundamental ou inversões).
No último acorde a nota principal do acorde (Dó) é repetida uma oitava acima.

E aqui está a música Marcha soldado (de novo), agora com a melodia em clave de Sol e acordes no acompanhamento, em clave de Fá.




Primeiramente vejamos como se toca a melodia. Coloca-se o dedo 4 da mão direita na nota Sol e continua-se, observando o dedilhado. No final da música, toca-se o Dó com o dedo 2, que passa sobre o dedo 1.

Quanto aos acordes, serão tocados com a mão esquerda. No acorde de Dó, usamos os dedos 4, 2 e 1 da mão esquerda.

O acorde de Sol em primeira inversão (Si-Ré-Sol) é tocado com os dedos 5, 3 e 1 da mão esquerda.
Estude primeiro a melodia, com a mão direita. Depois, os acordes, com a mão esquerda.
Por último, associe as duas mãos.
Se você já aprendeu as melodias mais fáceis apresentadas antes, você está pronto para progredir.

Bons estudos!